Para Petria Chaves, o luxo verdadeiro é o silêncio. Na Lapinha, ela encontrou espaço para meditar, desacelerar e voltar a ouvir a si mesma, longe do ruído do dia a dia.
Aqui você vive uma experiência completa de bem-estar com hospedagem, alimentação saudável, programação de atividades diárias, natureza e cuidado integral com corpo, mente e emoções.
Práticas que integram corpo, mente para mais leveza e vitalidade.
Abordagem que une ciência, natureza e terapias para equilibrio e bem-estar.
Ambiente preservado que amplia presença, energia e conexão.
A partir dos mitos de Édipo e Antígona, a Lapinha propõe uma semana de reflexões que aproxima literatura grega e psicanálise, lançando um novo olhar sobre as histórias, os padrões e os silêncios que atravessam gerações.
Ao longo de cinco encontros, Maria Homem e Cristina Franciscato exploram temas como desejo, culpa, herança, destino e liberdade, uma imersão sobre o que herdamos, o que repetimos e o que podemos transformar.
CINCO ENCONTROS
Édipo Rei e a maldição familiar
Uma reflexão sobre a transmissão psíquica entre gerações e aquilo que herdamos sem perceber.
Édipo Rei: o herói que não recua diante da verdade
O desconhecimento de si e o que acontece quando a verdade sobre a própria história finalmente irrompe.
Antígona: o desenrolar da maldição familiar
As marcas de uma linhagem e os conflitos entre herança, lei e escolha.
Antígona e o desejo decidido
Uma reflexão sobre o desejo e o que significa sustentá-lo até suas últimas consequências.
Édipo em Colono: o que fazer com o que nos foi dado
Um olhar sobre herança, culpa, desejo e destino, a partir da possibilidade de elaboração e transformação.


Psicanalista, pesquisadora do Núcleo Diversitas da FFLCH/USP e professora da FAAP. Tem pós-graduação em Psicanálise e Estética pela Universidade de Paris VIII, pelo Collège International de Philosophie e pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP.
Foi professora visitante em Harvard (DRCLAS) e palestrante no MIT, Boston University e Columbia. É colunista da Folha de S.Paulo e autora de Lupa da alma e No limiar do silêncio e da letra, além de coautora de Coisa de menino? e Coisa de menina?, com Contardo Calligaris.

Professora, com mestrado, doutorado e pós-doutorado em Literatura Grega Antiga pela FFLCH-USP. É tradutora da tragédia Héracles, de Eurípides, e coautora dos livros Estudos Sobre o Teatro Antigo, A Representação dos Deuses e do Sagrado no Teatro Greco-Latino e Os Trabalhos de Hércules ? perspectiva brasileira. É membro pesquisadora do grupo Estudos sobre Teatro Antigo (USP/CNPq) e da Sociedade Brasileira de Estudos Clássicos (SBEC)
Cada atividade é pensada para restaurar corpo e mente. Você se hospeda em meio à natureza e vive uma programação completa de práticas, terapias e alimentação saudável.
Para Petria Chaves, o luxo verdadeiro é o silêncio. Na Lapinha, ela encontrou espaço para meditar, desacelerar e voltar a ouvir a si mesma, longe do ruído do dia a dia.
A Lapinha fica a cerca de 80 km de Curitiba.
A Lapinha é um lugar para recuperar sua saúde e a sua energia, com mais de 50 anos de experiência e premiada internacionalmente.
Aqui, você passa alguns dias em contato profundo com a natureza, com acompanhamento profissional, alimentação orgânica e atividades que ajudam a reorganizar o corpo e acalmar a mente.
É um espaço criado para desacelerar, dormir melhor, respirar ar puro e reencontrar equilíbrio físico e emocional com segurança e orientação especializada.
Sim. A hospedagem faz parte da experiência: a semana temática acontece com estadia de, no mínimo, 5 noites, e recomendamos chegar no domingo para viver a programação desde o início. Para saber valores e disponibilidade, fale com a nossa equipe.
A Lapinha Spa fica na Estrada da Lapa, Km 16, em Lapa, no Paraná, a cerca de 80 km de Curitiba. Você pode vir de carro ou de avião, chegando ao aeroporto Afonso Pena, em Curitiba. Consulte nossas facilidades de transfer.
Não. A semana foi pensada para quem se interessa pelo tema, venha ou não com leitura prévia. Quem já conhece as tragédias e a psicanálise encontra um novo olhar, e quem está chegando é recebido a partir das histórias.
Não. É uma imersão de estudo e reflexão a partir da literatura e da psicanálise, e não um atendimento terapêutico. Quem faz acompanhamento psicológico pode continuar com ele normalmente.